quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

CAPÍTULO FRATERNIDADE PAULISTA

Quando um garoto é iniciado nos sagrados princípios da Ordem DeMolay, ele se depara com uma simples palavra, talvez a mais utilizada entre os seus membros há quase um século, graças a iniciativa e ousadia de Frank Sherman Land, o Maçom que um dia fundou a Ordem DeMolay na cidade de Kansas, Estados Unidos. A palavra "irmão" vem do latim germanus, que significa “verdadeiro” e, precedida de frater, significa “irmão propriamente dito”, filho do mesmo pai e da mesma mãe. Curiosamente, mais tarde frater acabou sendo reservada para uso eclesiástico e surgiram então as palavras "irmão" e "hermano", conforme conhecemos hoje nas línguas portuguesa e espanhola, respectivamente. É exatamente esta lição que o jovem DeMolay começa a aprender a partir de sua iniciação na Ordem, buscando sempre a verdadeira convivência em fraternidade, no sentido mais elementar da palavra. Assim vejo o Capítulo Fraternidade Paulista da Ordem DeMolay nº 112, onde fui iniciado há pouco mais de nove anos. As palavras "irmão" e "fraternidade" resumem tudo o que eu poderia falar desta magnífica "agremiação" de jovens barretenses, que tem se destacado pelos excelentes serviços prestados à comunidade há mais de vinte anos. Quando cheguei na Ordem DeMolay, estava cursando o primeiro ano do ensino médio e trabalhando em um escritório de contabilidade, que me ofereceu uma visão administrativa e empresarial das coisas até então. Logo que recebi a notícia sobre minha aprovação para ingressar na Ordem, primeiramente pensei em não entrar, mas tive uma conversa com meu pai e meus padrinhos, que me explicaram tudo sobre este "grupo de jovens", convencendo-me do contrário. Mesmo assim, tinha um pouco de medo e planejava ficar pouco tempo, já que ainda enxergava a Ordem DeMolay como "misteriosa" e "desconhecida". E não é que acabei me adaptando muito bem? Passaram-se os dias, os meses e até, quem diria, os anos, e hoje só tenho a agradecer aos meus proponentes, os Maçons José Carlos Pietro e Daniel Bampa Nétto, pois ganhei amizades e irmãos verdadeiros, muita experiência administrativa e filosófica, além de ter conhecido inúmeras pessoas e lugares diferentes. Desde o início da minha jornada como DeMolay, faltei apenas em quatro reuniões ritualísticas do meu Capítulo e, a cada dia me surpreendo mais com os Irmãos mais novos, que sempre têm algo a ensinar aos mais velhos, já que o aprendizado nunca termina. Saber o que um DeMolay Ativo pensa e espera das lideranças adultas é de fundamental importância para quem quer ocupar um posto na estrutura administrativa da Ordem DeMolay, seja na esfera regional, estadual ou nacional. Por isso, aconselho a todos os que tiveram o privilégio de entrar para o companheirismo deste grande exército de jovens a nunca se esquecerem dos seus Capítulos, pois através deles continuamos a lapidar nosso caráter para nos tornarmos grandes homens na sociedade!

Capítulo Fraternidade Paulista nº 112: unidos a um só todo!

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